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Filme em que Tom Hanks evita tragédia aérea tem estreia adiada no Brasil

Tom Hanks em cena do filme "Sully - O Herói do Rio Hudson", do cineasta Clint Eastwood - Reprodução - Reprodução
Tom Hanks em cena do filme "Sully - O Herói do Rio Hudson", do cineasta Clint Eastwood
Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

29/11/2016 18h24

O filme "Sully - O Herói do Rio Hudson", em que o ator Tom Hanks faz um pouso de emergência no rio Hudson, em Nova York, salvando 155 pessoas, teve sua estreia adiada no Brasil pela Warner Bros. A informação foi confirmada ao UOL pela distribuidora do longa. Segundo a Warner, que lançaria o longa no país na próxima quinta (1°), uma nova data de estreia deve ser divulgada em breve.

Também confirmado pelas redes Cinépolis e Cinemark, o adiamento tem como objetivo evitar qualquer tipo de constrangimento relacionado ao conteúdo do filme, que chegaria às telas dois dias após o acidente com o time da Chapecoense.

Dirigido por Clint Eastwood, "Sully" é baseado na história real do piloto americano Chelsey Sullenberger, o "Sully", que em 2009 conseguiu contornar uma falha mecânica em um voo comercial, evitando um acidente de grandes proporções em Nova York. O feito heroico fez o piloto ganhar os noticiários e se transformar em um novo herói nacional.

A história do longa, que estreou com sucesso no dia 9 de setembro nos Estados Unidos, é baseada na autobiografia "Highest Duty: My Search for What Really Matters", lançada por Sullenberger poucos meses após o episódio.

Tom Hanks em cena de "Sully: O Herói do Rio Hudson", de Clint Eastwood - Divulgação/Warner Bros. Picture - Divulgação/Warner Bros. Picture
Tom Hanks em cena de "Sully: O Herói do Rio Hudson", de Clint Eastwood
Imagem: Divulgação/Warner Bros. Picture

Acidente

Na madrugada desta terça (1h15, horário de Brasília), o voo fretado que levava o time catarinense da Chapecoense à Colômbia, onde o clube disputaria nesta quarta a primeira partida da final da copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, caiu em uma região próxima à Medellín.

A equipe havia partido de São Paulo rumo a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, de onde pegou o fatídico voo em direção à capital colombiana. Segundo comunicado do aeroporto José María Córdoba, de Medellín, pouco antes da queda, a tripulação comunicou uma emergência por pane elétrica, que estaria relacionada a falta de combustível.

Uma das maiores tragédias da história do esporte, o acidente deixou 71 mortos, entre jogadores, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e tripulação, causando comoção mundial. O presidente Michel Temer decretou luto de três dias e disponibilizou aviões da FAB para o transporte das vítimas.

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