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65o. Festival de Veneza - 2008

22/12/2005 - 15h09
"E se Fosse Verdade..." aborda temas médicos com delizadeza; veja fotos e trailer

Por Sheri Linden

HOLLYWOOD (Hollywood Reporter) - Reese Witherspoon é a estrela de uma comédia romântica que gira em torno da morte, do coma induzido e da vida com aparelhos sem apelar para o sentimentalismo ou o mau gosto.

Embora dê a impressão de ser mais realista do que sua trama permite, "E Se Fosse Verdade", que estréia nesta sexta-feira, ganha credibilidade graças a seus protagonistas, Witherspoon e Mark Ruffalo.

Adaptando o romance "If Only It Was True", de Marc Levy, os roteiristas Peter Tolan e Leslie Dixon, junto com o diretor Mark Waters, conseguiram produzir uma história de amor inteligente e suave.

Com toques de "A Bela Adormecida", a trama ultra-romântica fala de dilemas médicos modernos com leveza.

Uma médica talentosa, Elizabeth (Witherspoon), passa todas as suas horas acordadas no hospital San Francisco, onde acaba de ser contratada, para o desgosto do colega e rival Brett (Ben Shenkman).

Durante uma noite chuvosa, ela sai do plantão do Pronto Socorro para ir a um coquetel onde sua irmã, Abby (Dina Waters), tentaria lhe apresentar a um bom partido. Mas Elizabeth perde o encontro ao bater o carro de frente com um caminhão.

David (Ruffalo, muito engraçado e vulnerável), um desempregado deprimido que subloca o apartamento deixado por Elizabeth, gosta mais do sofá confortável do que da bela vista do lugar.

Elizabeth começa então a aparecer para brigar com ele sobre a necessidade de usar porta-copos na mesa de centro.

Por razões que se tornam claras para eles muito tempo depois, Elizabeth só pode ser vista por David. "Quando não estou com você, é como se eu não existisse", diz ela. Mas depois de dois anos de uma grave depressão, David começa a considerar a possibilidade de que suas alucinações com uma "loira maníaca por controle" são um sinal de doença mental.


31/01/2013