LOS ANGELES (Reuters) - A vida de excessos de Hugh Hefner, fundador da revista "Playboy", será apresentada num filme que vai mostrar não apenas suas proezas sexuais, mas também seu ativismo social, informou na segunda-feira o "Daily Variety".
De acordo com a publicação, "Playboy" será dirigido por Brett Ratner, o cineasta responsável pelos filmes "Hora do Rush". O filme está sendo produzido para a Universal Pictures por Brian Grazer, que ganhou o Oscar de melhor filme por "Uma Mente Brilhante".
Hefner, 81 anos, vendeu os direitos sobre a história de sua vida a Grazer alguns anos atrás e na semana passada aprovou a visão de Grazer e Ratner para o projeto, segundo o "Daily Variety".
O roteiro ainda está sendo escrito.
"'Hef' teve criação puritana e se reinventou para tornar-se o padrinho da revolução sexual", disse Ratner. "Ele quebrou tabus de todo tipo, especialmente sexuais. Quero mostrar tudo, desde as lutas baseadas na primeira emenda constitucional (que garante a liberdade de expressão) até sua primeira orgia, chegando ao derrame cerebral que quase o matou na década de 1980."
Hefner fundou a "Playboy" em 1953, partindo de um investimento de US$ 600 e uma foto de Marilyn Monroe para criar um dos impérios editoriais mais bem-sucedidos da história.