Filmes e séries

Jennifer Lawrence diz que vazamento de fotos nuas foi como estupro coletivo

Getty Images
Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

21/11/2017 12h04

A atriz Jennifer Lawrence fez um desabafo sobre quando teve fotos íntimas vazada na internet. O caso aconteceu em 2014 e, numa entrevista ao “The Hollywood Reporter”, ela mostrou sua indignação com o caso e o comparou a algo como um estupro coletivo.

Jennifer diz que até hoje está “processando” o ocorrido. “Quando houve o problema com os hackers, foi uma violação tão grande, que é difícil colocar em palavras. Na primeira vez que soube do que estava acontecendo, meu segurança quem contou. E era algo que se desenrolava minuto a minuto, com fotos sendo publicadas a todo momento.”

A atriz usou um termo da indústria pornô para tentar explicar o que sentiu, o “gangbang”, cena em que uma mulher faz sexo com diversos homens - mas que numa tradução menos literal pode ser comparado a um estupro coletivo.

“Eu senti como se estivesse sofrendo um gangbang do planeta todo. Não havia uma pessoa que não pudesse acessar minhas fotos íntimas. Eu poderia estar em um churrasco com amigos e alguém simplesmente poderia abrir uma foto minha em seu celular. Isso é algo realmente difícil de processar”, afirmou ela.

Na época, outras celebridades foram alvo de hackers. Algumas contataram Jennifer Lawrence.

“Elas vieram falar sobre processar a Apple ou outras empresas, mas nada disso me traria paz. Nada traria de volta meu corpo nu só par amim e meu namorado na época, Nic [Hoult], que era a pessoa para quem a foto foi tirada. Então, não me interessei em processas ninguém. Há um ano e meio, alguém me disse como é legal que sou ‘um bom modelo para as garotas’. Mas tive de ir ao banheiro e me recompor, porque me sentia como uma impostora, não entendia como alguém podia achar isso depois de tudo que rolou.”

Lawrence completou com uma frase defendendo sua posição como mulher. "Eu já fui objetificada, já fui paga com desigualdade, fui violada por um hacker, mas nunca deixei um homem usar seu poder para abusar de mim".

Ainda em 2014, à Vanity Fair, a estrela de “Jogos Vorazes” mostrou preocupação com o futuro de sua carreira. “Eu tinha tanto medo, não sabia como afetaria minha carreira. Eu me sentia como um pedaço de carne sendo passado por aí, por lucro. Não é porque sou uma figura pública, uma atriz, que pedi por isso. Não acredito que vivemos num mundo assim.”
 

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
AFP
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
do UOL
do UOL
Chico Barney
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
Topo