Informações sobre o álbums
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  • galeria: Os altos e baixos de Nicolas Cage
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Fotos
<b>Foi bem:</b> Foi por "Despedida em Las Vegas" (1995) que Nicolas Cage levou o Oscar de melhor ator - ele interpreta um roteirista de cinema alcóolatra e fez algumas das cenas alcoolizado de fato Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> "A Rocha" (1996) tem um time de atores digno dos grande blockbusters, incluindo Sean Connery, diante de quem Cage fica pequenininho Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> Muito mal! O aplique usado por ele em "Con Air - A Rota da Fuga" (1997) diz tudo Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Sob a direção de John Woo, Nicolas Cage e John Travolta rendem atuações interessantes em "A Outra Face" (1997) Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Nesse romance, Nicolas Cage tinha de ser bem inexpressivo como um anjo caído. Assim fica fácil emplacar com "Cidade dos Anjos" (1998) Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Em "Olhos de Serpente" (1998), Brian DePalma coloca Cage no meio de uma conspiração hitchcockiana que tem seu climax numa luta de boxe em Atlantic City. O exagero, outra marca registrada do ator, funciona muito bem aqui Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Em "8 MM - Oito Milímetros" (1999), o espectador entra no mundo de filmes bizarros. Um thriller de primeira de Joel Shcumacher, um diretor tão irregular quando Nicolas Cage. Reprodução Mais
<b>Foi médio:</b> Sob a direção de Martin Scorsese, "Vivendo no Limite" (1999) traz Cage no papel de um paramédico esgotado de ver tragédias. O filme, que não está entre os melhores da carreira de Mr. Scorsese, ainda está acima da média do que se faz no ciema. E Cage não compromete Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> Em "60 Segundos" (2000), Cage tenta viver o herói clássico dos filmes de ação. Não é bem a cara dele, na verdade. Apesar dos esforços de Dominic Sena, não funciona Reprodução Mais
<b>Foi médio:</b> Em "Um Homem de Família", leitura contemporânea do "Conto de Natal" (2000), de Dickens, Cage mergulha no conto moral. A ideia do então iniciante Brett Rattner não é ruim, mas fica tudo muito insosso lá pelas tantas Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> "O Capitão Corelli" (2001) mostra o outro lado de "Mediterrâneo", de Gabriele Salvatores. John Madden não teve o bom senso de recusar o projeto. E Cage de recusar o papel-título, de um comandante italiano por quem a personagem de Penélope Cruz se apaixona Reprodução Mais
<b>Foi médio:</b> Projeto muito ambicioso de John Woo, "Códigos de Guerra" (2002) sofre de um mal que parece afetar também os atores de que se vale para contar a história desses soldados americanos: o gigantismo Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Por "Adaptação" (2002), Nicolas Cage foi indicado ao Oscar novamente, novamente interpretando um roteirista de cinema. Dessa vez seu papel foi dobrado, para viver dois irmãos gêmeos Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Na parceria com Ridley Scott em "Os Vigaristas" (2003), Cage engana bem como malandro profissional que se humaniza quando aparece uma suposta filha adolescente na sua vida. Bem dirigido, e Scott sabe fazer isso, o ator até que desempenha Reprodução Mais
<b>Foi médio:</b> Em "A Lenda do Tesouro Perdido" (2004), Nicolas Cage finalmente conseguiu para si uma franquia de sucesso. Com o interesse muito maior nos enigmas, praticamente qualquer ator poderia interpretar seu papel Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Só com a fala inicial de "O Senhor das Armas" (2005), Cage consegue gerar uma torcida favorável por um grande contrabandista de armas Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> Na pele de um "homem do tempo", Cage empresta sua cara de pau ao personagem principal de "O Sol de Cada Manhã" (2005), projeto "autoral" de Gore Verbinski, o diretor dos três primeiros "Piratas do Caribe". O problema é que o personagem também é cara de pau. A combinação dos dois fica exagerada demais Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> "As Torres Gêmeas" (2006) é um filme bem medíocre que teve o azar de ser lançado muito próximo a um grande título sobre o mesmo assunto: "Voo United 93" Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> "O Sacrifício" (2006) não poderia ter um nome melhor - praticamente uma definição do sentimento de gastar tempo e dinheiro vendo essa bomba Reprodução Mais
<b>Foi médio:</b> "Motoqueiro Fantasma" (2007) realiza o sonho de Nicolas Cage de participar em uma adaptação de quadrinhos. O bom é que o filme não se leva a sério, o ruim é ter de engolir o ator rejuvenescido com um aplique de cabelo nos flashbacks Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> A começar pelo cabelo que rivaliza com Tom Hanks em "Código Da Vinci", Nicolas Cage encara uma ficção científica contemporânea em "O Vidente" (2007). Baseado em um conto de Philip K. Dick, o filme deve ter feito o autor se revirar na cova Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> Em "Perigo em Bangkok" (2008), Nicolas Cage encara um papel à moda Charles Bronson. Não dá para saber se as cenas românticas são piores do que as absurdas viradas no roteiro Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> O mais triste de "Presságio" (2009) é que o filme começa promissor e envolvente. O final é de querer arrancar as poltronas do cinema de raiva Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> Em "Vício Frenético" (2009), Cage encara outro personagem drogado, mas não dá para torcer por esse policial corrupto Reprodução Mais
<b>Foi bem:</b> Uma das adaptações de quadrinhos mais divertidas já produzidas, "Kick Ass - Quebrando Tudo" (2010) não economiza sangue nas cenas violentas. Nicolas Cage passa grande parte do tempo mascarado e ao lado da personagem mais legal do filme: Hit Girl Reprodução Mais
<b>Foi mal:</b> Mesmo defendendo o personagem mais interessante de "O Aprendiz de Feiticeiro" (2010), Nicolas Cage deixa que outros atores roubem a cena Reprodução Mais

Os altos e baixos de Nicolas Cage

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