Filmes e séries

Presidente do júri do Festival de Cannes, Nanni Moretti, diz que não gostou de "O Artista", um 'filme fácil'

AP
O ator e diretor Nanni Moretti no Festival de Cannes (14/05/11) Imagem: AP

Los Angeles

04/04/2012 14h51

O futuro presidente do júri do Festival de Cannes, que acontecerá de 16 a 27 de maio, o cineasta italiano Nanni Moretti declarou à AFP que não ter muito apreço pelo filme francês "O Artista", grande vencedor dos principais festivais internacionais de 2011 e ganhador de cinco estatuetas do Oscar 2012. Segundo ele, trata-se de "um filme fácil".

"Pessoalmente, não compartilho do entusiasmo geral quanto a este filme, "O Artista". Eu acho que é um filme fácil", declarou o cineasta, indagado sobre as diferenças entre os filmes selecionados para Cannes e os que disputam o Oscar. O premiado filme de Michel Hazanavicius se encontra justamente nas duas categorias.

Na Croisette, a seleção dos vencedores, segundo ele, depende do júri, que muda a cada ano. "Este não é o caso do Oscar, porque os membros da Academia são os mesmos todos os anos", acrescentou em entrevista por telefone à AFP.

"Em qualquer festival sério, o que importa são os filmes e os gostos do júri. No entanto, no Oscar, sinto que as estratégias de marketing e distribuição são essenciais", acrescentou o diretor.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
Cinema
Colunas - Flavio Ricco
Reuters
Topo