Filmes e séries

De Niro fala em presidir júri em Cannes novamente e critica Trump

Dado Ruvic/Reuters
Robert De Niro dá entrevista durante o Festival de Sarajevo, na Bósnia Imagem: Dado Ruvic/Reuters

Nova York (EUA)

20/04/2017 17h31

 O ator americano Robert de Niro, que já foi presidente do júri do Festival de Cannes em 2011, disse na quarta-feira (19) à noite que gostaria de desempenhar essa função outra vez.

"Ser presidente do júri foi muito divertido, espero que eles me peçam para fazer isso de novo, mas eu não sei quantos anos você tem que esperar", afirmou rindo durante uma breve entrevista à AFP na abertura do festival de cinema de Tribeca, em Nova York.

Sem contar os primeiros anos do festival, só a atriz Jeanne Moreau presidiu o júri em duas ocasiões, em 1975 e 1995.

De Niro, de 73 anos, ganhador de vários prêmios internacionais, incluindo o Oscar de melhor ator por "O Poderoso Chefão II" (1974) e "Touro Indomável" (1980), não estará presente na 70ª edição de Cannes, no mês que vem, porque estará participando das gravações de uma comédia de Tim Hill, "The War with GranPa".

"Lamento não poder ir a Cannes este ano, porque eu estou fazendo um filme que atrasou. (...) As filmagens vão começar em cerca de uma semana e meia nos Estados Unidos", acrescentou.

Além disso, De Niro e Martin Scorsese se reencontrarão, depois de 22 anos, no filme de gângsters "The Irishman", que começará a ser gravado em "meados do verão" boreal, disse o ator nova-iorquino.

Este filme, cujo elenco também contará com outra lenda do cinema, Al Pacino, poderia ser rebatizado "I Heard You Paint Houses", título original do livro de Charles Brandt em que é baseado, de acordo com De Niro.

De Niro é um dos atores americanos muito críticos ao presidente Donald Trump. No ano passado, chegou a dizer que gostaria de lhe dar um soco. E na véspera da cerimônia de posse, zombou dos tuítes do magnata diante de milhares de manifestantes.

"Continuo pensando a mesma coisa, eu acho que é terrível", disse na quarta-feira, em referência a Trump.

"Não que ele não possa fazer coisas boas, há algumas pessoas em sua equipe que são boas, como (o secretário de Defesa, Jim) Mattis e a embaixadora dos Estados Unidos na ONU", Nikki Haley, acrescentou.

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