Filmes e séries

Produtora de cinema no Catar planeja filme sobre Maomé

03/11/2009 12h24

Uma empresa produtora de filmes do Catar, pequeno e rico país na região do Golfo Pérsico, anunciou que pretende fazer um filme sobre o profeta Maomé.

Com orçamento em torno de US$ 150 milhões, o filme deverá ser falado em inglês e produzido pelo americano Barrie Osborne, homem por trás de sucessos de bilheteria como as séries O Senhor dos Anéis e Matrix.

Segundo a produtora, o objetivo do projeto é educar as pessoas a respeito do Islamismo e corrigir idéias errôneas sobre o profeta.

O analista de assuntos árabes da BBC, Magdi Abdelhadi, disse que o filme é mais um em uma série de projetos de mídia lançados nos últimos anos com um objetivo: defender o islamismo contra seus detratores no Ocidente.

A empresa que deverá financiar o filme disse que o roteiro estará pronto no ano que vem e que as filmagens devem começar no ano seguinte.

Um estudioso do islamismo, Youssef Al Qaradawi, foi contratado para orientar a equipe de pesquisa para assegurar precisão histórica e religiosa.

Ele disse que o filme será uma oportunidade para ressaltar a mensagem do profeta, de paz para todo o universo.

Desafio
O produtor, Barrie Osborne, disse que o projeto será um desafio, já que a religião islâmica proíbe qualquer representação visual do profeta Maomé.

O analista da BBC lembra que a idéia de que a fé islâmica está sob ataque e não é compreendida no ocidente é antiga, mas ganhou nova urgência nos últimos anos com a invasão do Afeganistão e do Iraque, liderada pelos Estados Unidos.

A polêmica em torno de cartoons com imagens do profeta publicados por um jornal dinamarquês também reacendeu entre os muçulmanos o sentimento de que sua religião é tratada com injustiça e incompreensão.

O novo filme seria o segundo desse tipo, direcionado primariamente ao público global, com o intuito de atacar o chamado preconceito ocidental.

Em 1976, o filme Maomé - O Mensageiro de Alah, estrelado por Anthony Quinn, foi lançado em meio a acusações de que o violava a proibição de representações do profeta.

Na verdade, não violava, diz o analista da BBC. Quase 30 anos mais tarde, o diretor do filme, o sírio Mostafa Al-Aqqad, foi uma entre várias outras vítimas de um múltiplo ataque suicida por militantes islâmicos na Jordânia. [rodbbce]

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Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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