Filmes e séries

Claude Chabrol, expoente da Nouvelle Vague, morre aos 80 anos

Reuters
Morre o cineasta francês Claude Chabrol, expoente da Nouvelle Vague e crítico da burguesia Imagem: Reuters

12/09/2010 14h27

O cineasta Claude Chabrol, um dos últimos representantes da Nouvelle Vague, morreu neste domingo (12/09) em Paris, aos 80 anos. A morte do diretor francês, que produziu mais de 80 filmes ao longo da carreira, foi comunicada por um porta-voz da prefeitura de Paris.

"Cada vez que um diretor desaparece, um jeito particular de olhar o mundo e uma expressão de nossa humanidade é perdida para sempre", lamentou a Associação Francesa de Cineastas.

Chabrol nasceu em 24 de junho de 1930, em Paris. Vindo de uma família de farmacêuticos, ele estudou Farmácia e Literatura Francesa na capital francesa, depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Os estudos na área de atuação do pai, no entanto, não foram os que impulsionaram a carreira profissional de Chabrol.

Quando acabou a universidade, Chabrol começou a escrever para a revista especializada Cahiers du Cinéma – e foi assim que passou a fazer parte do universo ao qual dedicaria o resto da sua vida.

A fama veio em 1958, com a estreia de Le Beau Serge, que rendeu ao diretor o prêmio do Festival de Locarno. E com Les Cousins, rodado no ano seguinte, ficou conhecido na Alemanha e conquistou o Urso de Ouro na Berlinale – aquele foi o primeiro filme da Nouvelle Vague apresentado no festival.

"Só um psiquiatra poderia descobrir o porquê de eu insistir em expor tanto a moral da burguesia", disse Chabrol uma vez sobre a temática de seus filmes. O diretor era casado com sua terceira esposa, Aurora Pajot, e tinha quatro filhos.

NP/afp/rts/dpa
Revisão: Alexandre Schossler

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
UOL Cinema - Imagens
Cinema
do UOL
AFP
do UOL
Reuters
AFP
do UOL
Reuters
do UOL
Reuters
do UOL
BBC
do UOL
Chico Barney
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
UOL Entretenimento
Cinema
do UOL
AFP
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
AFP
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
do UOL
do UOL
Chico Barney
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Topo