Filmes e séries

Festival de Berlim terá estreia de filme com James Franco como ativista gay

Reprodução/Instagram/@jamesfrancotv
James Franco com os cabelos loiros para interpretar o ativista gay Michael Glatze no cinema Imagem: Reprodução/Instagram/@jamesfrancotv

De Berlim

16/12/2014 19h20

Salma Hayek, Zachary Quinto, James Franco e Hal Hartley são alguns dos nomes que estarão presentes na seção Panorama do Festival de Berlim, que é a segunda mais importante da mostra.

A lista ainda provisória foi anunciada nesta terça-feira (16). Por enquanto, ela reúne 11 filmes de ficção e oito documentários em uma mostra não competitiva e que começa em 5 de fevereiroa capital alemã.

Dos trabalhos de ficção que serão projetados na seção Panorama, o destaque é "54: The Diretor's Cut", a versão final de "Studio 54", o filme de Mark Christopher sobre a mítica boate nova-iorquina, lançado em 1998 e protagonizado por Ryan Phillippe, Salma Hayek, Mike Myers, Sela Ward e Mark Ruffalo.

Também será a estreia de "I Am Michael", com James Franco interpretando o ativista gay Michael  Glatze, da década de 1980. Esse é o primeiro longa de Justin Kelly como diretor e conta com a produção de Gus Van Sant e a participação de Zachary Quinto e Emma Roberts.

Já "Ned Rifle" é o trabalho com o qual o diretor "cult" do cinema independente Hal Hartley fecha sua trilogia iniciada com "Henry Fool" (1997) e que  teve "Fay Grim" (2006) como segundo filme. O longa é protagonizado por Martin Donovan, um dos queridinhos do diretor, e Parker Posey.

O canadense "Chorus", de François Delisle; o austríaco "Derletzte Sommer der Reichen" ("The Last Summer of the Rich"), de Peter Kern; a coprodução helvécio-alemã "Dora Oder die Sexuellen Neurosen Unserer Eltern" ("Dora or the Sexual Neuroses of Our Parents"), de Stina Werenfels; e o sueco "Dyke Hard", de Bitte Andersson, também fazem parte da Panorama.

Junto a elas, produções da Coreia do Sul, de Taiwan, da França e da Noruega completam a parte de ficção da seção.

Já no estilo documentário será projetado "El Hombre Nuevo", uma coprodução de Uruguai, Chile e Nicarágua, que narra a história de uma travesti que, quando criança, viveu a revolução sandinista e, adolescente, foi um jovem modelo, comprometido e revolucionário. Hoje, 26 anos depois, superada sua dependência de drogas e, depois de deixar a prostituição, ganha a vida cuidando de carros.

O filme apresenta o dia a dia de Estefanía, seu trabalho na rua, os humildes quartos onde vive e a necessidade do protagonista de recompor seu vínculo com a família que deixou na Nicarágua e de voltar a seu país natal, assim como seu desejo de ser aceito como a mulher que é agora.

O documentário uruguaio aborda, da mesma forma que outros trabalhos presentes em Panorama, o abuso de menores, o que "evidencia que chegou a hora de tratar novamente deste difícil tema e com uma maior disposição a se arriscar", explica o comunicado da organização.

Junto a este documentário, será possível ver outros como "Fassbinder - To Love without Demands", dedicado ao diretor alemão Rainer Werner Fassbinder e dirigido pelo documentarista dinamarquês Christian Braad Thomsen; e "Iraqi Odyssey", do suíço-iraquiano Samir.

A tcheca Veronika Liskova apresentará "Danieluv Svet" ("Daniel's World"), centrada no abuso infantil; e o queniano Jim Chuchu participará da seção com "Stories of Our Lives", com uma história sobre o ódio contra os homossexuais, impulsionado em seu país por organizações evangélicas americanas.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
Topo