Filmes e séries

Filme erótico em 3D de Hong Kong atrai curiosos no mercado de Cannes

Divulgação
Pôster de "3D Sex end Zen: Extreme Ecstasy", primeiro filme erótico em 3D Imagem: Divulgação

THIAGO STIVALETTI

Colaboração para o UOL, de Cannes

Longe dos holofotes do tapete vermelho, o filme “3D Sex and Zen: Extreme Ecstasy” faz sucesso no mercado de Cannes. “Sex and Zen” está sendo vendido como o primeiro filme erótico em 3D da história do cinema.

Produzido em Hong Kong, superou a bilheteria de “Avatar” no fim de semana de estreia no país. No total, custou US$ 4 milhões e já faturou US$ 7 milhões.

Baseado num livro da dinastia Ming escrito há 200 anos, “Sex and Zen” mistura comédia pastelão e cenas eróticas inacreditáveis de tão absurdas. Wei, um discípulo da dinastia, acredita que a vida é curta e deve ser aproveitada com muito sexo. Apaixona-se pela filha de um sábio chinês, mas antes resolve aproveitar a vida.

Duas cenas de rolar de rir: Wei tansplantando seu membro pelo de um cavalo, e um rival que transa com uma de suas discípulas voando pelo ar pendurado por uma corrente, como Tarzan.

O 3D serve como arma de propaganda, mas não muda grande coisa no filme - a não ser talvez no close nos seios de uma das concubinas.

Mesmo com o conteúdo impróprio para salas “normais”, “Sex and Zen” já garantiu algumas vendas no festival. Depois de estrear em Taiwan, Austrália e Nova Zelândia, no festival foi vendido para distribuidores do Peru, Turquia e Tailândia.

Casal 20

Brad Pitt e Angelina Jolie mostraram ontem por que são o casal preferido da mídia. Pitt subiu as escadas do Palácio dos Festivais ao lado dos colegas Sean Penn e Jessica Chastain ontem na sessão de gala do filme “A Árvore da Vida”. Jolie chegou um pouco depois, num vestido preto de fenda aberta na coxa esquerda.

Pitt quebrou o protocolo, desceu as escadas para receber Angelina, posaram longamente pros fotógrafos e ainda acenaram do alto das escadas para a multidão que esperava vê-los.

Enquanto isso, nada de o diretor do filme, Terrence Malick, dar as caras. O cineasta, que já não tinha ido à coletiva de imprensa do filme, também não apareceu na sessão de gala.

Jogo aberto

Com o festival chegando na metade, 11 dos 20 filmes da competição já foram vistos pela imprensa. Na tabela publicada pela revista “Screen”, que compara a avaliação de dez críticos de diversos lugares do mundo, o filme que mais conquistou a simpatia dos críticos foi “Garoto de Bicicleta”, dos irmãos Dardenne, com nota média 3,1 - os diretores já venceram duas Palmas de Ouro.

Em seguida vem o francês “O Artista”, comédia muda e em preto-e-branco passada na época do cinema mudo, com nota 3. “A Árvore da Vida”, de Terrence Malick, aparece em terceiro, com 2,8. O francês “Souvenirs de la Maison Close”, de Bertrand Bonello, que mostra a rotina de um bordel no começo do século 20, foi o mais mal avaliado, com nota 1,1.

Mas a Competição ainda guarda trunfos pela frente, entre eles os novos filmes de Lars Von Trier e Pedro Almodóvar.

Olsen maluca

TRAILER DO FILME "MARTHA MARCY
MAY MARLENE"

Sucesso em Sundance, o americano “Martha Marcy May Marlene”, de Sean Durkin, foi exibido na mostra Um Certo Olhar. O filme é estrelado por uma das novas apostas de Hollywood, Elizabeth Olsen.

Num clima pesado, o filme mostra uma moça que retorna à casa da irmã depois de viver dois anos com o namorado em meio a uma seita de princípios estranhos. Para a família, ela é Martha, para os colegas da seita era Marcy May, e ainda será Marlene até o fim do filme.

Satã sonífero

O francês Bruno Dumont, diretor de “A Humanidade” e “O Pecado de Hadewijch”, apresentou ontem seu novo filme, o radical “Hors Satan” (Fora de Satã). Um homem que tem o dom de exorcizar demônios e uma garota apaixonada por ele vagam pela região de La Mancha, ao norte da França, com seu clima frio e paisagens áridas.

Com um ritmo muito lento, o filme pôs para dormir boa parte dos espectadores. Mas reservou algumas surpresas, como uma cena de sexo entre o rapaz e uma turista que chega à região - durante a cena, o demônio se manifesta através de urros horrendos.

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