Filmes e séries

Festival exibe filmes brasileiros em Nova York

Divulgação
A atriz Ingrid Guimarães e a produtora Adriana Dutra participam da abertura do 9º Cine Fest Petrobras Brasil, em Nova York Imagem: Divulgação

Da Redação

13/06/2011 19h08

Aconteceu no último domingo (12), em Nova York, a abertura do 9º Cine Fest Petrobras Brasil. O festival, que acontece até o próximo domingo (19), exibe uma amostra da produção nacional recente. Entre os filmes selecionados estão títulos como “A Suprema Felicidade”, de Arnaldo Jabor, “Canções do Exílio: A Labareda que Lambeu Tudo”, de Geneton Moraes Neto, e “De Pernas Pro Ar”, de Roberto Santucci, estrelado por Ingrid Guimarães, que participou do evento.

Na ocasião, foi exibido o documentário curta-metragem “Posse da Presidenta Dilma Rousseff”, de Ricardo Stuckert (fotógrafo oficial do governo Lula).

As 14 produções concorrentes foram selecionadas por um grupo de curadores que inclui o diretor Fernando Meirelles e a produtora Paula Barreto, entre outros.

O encerramento, no dia 19, acontecerá no Central Park. Além do anúncio do filme vencedor, escolhido pelo público, haverá show da cantora Mart’nália e exibição do documentário "Elza", de Izabel Jaguaribe e Ernesto Baldan.

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Roberto Sadovski

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As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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