Filmes e séries

Denzel Washington vive piloto alcoólatra em novo filme do diretor de "Náufrago"

Divulgação
Denzel Washington em cena do filme "Safe House" Imagem: Divulgação

Ana Maria Bahiana

Do UOL, em Los Angeles

30/01/2012 21h28

Doze anos depois de "Náufrago", Robert Zemeckis vai voltar a dirigir um filme convencional, sem captura de desempenho - e Denzel Washington será a estrela.

"Flight", que terminou de ser filmado em dezembro em Atlanta e está atualmente em fase de pós-produção, conta o drama de um piloto com problemas de alcoolismo, que se vê numa situação de vida ou morte quando seu avião começa a apresentar sérios problemas mecânicos, em pleno voo.

“Aceitei o projeto, em primeiro lugar, porque meu agente, Ed Limato, que era um amigo e faleceu recentemente, queria que eu fizesse esse filme. Aceitei em homenagem a ele, mas também porque eu sei que é um projeto intensamente pessoal de Bob [Zemeckis], um drama sombrio como há algum tempo não faço”, diz Washington.

A conexão entre a história do piloto “brilhante, mas que caiu num abismo que, na verdade, é muito acessível no universo da aviação” e o diretor de "Náufrago" e "Forrest Gump" é tão complexa quanto o drama do filme. “Creio que não estou sendo demasiadamente indiscreto dizendo que Bob não bebe há 14 anos”, Washington explica. “E que isso é uma tremenda vitória para ele depois de anos de luta contra um sério problema de alcoolismo, o que torna este filme muito caro ao seu coração. Além disso, Bob adora aviões e é ele mesmo um ótimo piloto. Por isso a experiência de trabalhar em 'Flight' foi tão especial.”

"Flight" tem lançamento previsto para o final deste ano, mas antes disso, no dia 10 de fevereiro, Denzel terá outro filme nas telas - o thriller de ação Safe House, outro projeto que Ed Limato insistia para que ele fizesse. Dirigido pelo chileno radicado na Suécia Daniel Espinosa (responsável pelo maior sucesso de bilheteria da Escandinávia, "Snabba Cash"), "Safe House" transforma Denzel numa espécie de Jason Bourne mais maduro, um ex-agente da CIA que se transformou numa ameaça a todos os grandes serviços de espionagem.

Washington tem orgulho de dizer que, depois de um preparo intensivo de seis meses, fez todas as suas cenas de luta e ação (e luta e ação não param nunca em "Safe House"), encarando sem temor seus companheiros mais jovens de elenco, principalmente Ryan Reynolds, para quem não mede elogios - “um grande ator, sério, super profissional e dedicado”.

Safe House foi escrito, inicialmente, para se passar em Buenos Aires, mas acabou, por vários motivos, sendo rodado na Cidade do Cabo, África do Sul, para alegria de Washington. “Não queria repetir o clima de 'Chamas da Vingança', que se passava na América Latina, e queria voltar à África do Sul, que adoro. A Cidade do Cabo é linda e a savana e os vinhedos em volta são espetaculares.”

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
Topo