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Primeiro pôster de "O Príncipe do Deserto" em português é divulgado

Divulgação
Veja primeiro pôster em português do longa "O Príncipe do Deserto" Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

01/02/2012 16h59

Longa que apresenta Antonio Banderas e Mark Strong nos papeis principais, “O Príncipe do Deserto” teve seu primeiro pôster divulgado pela Warner nesta quarta (1). O filme tem estreia prevista para 23 de janeiro no Brasil. 

No filme, dois líderes guerreiros, Nessib (papel de Antonio Banderas) e Ammar (Mark Strong) precisam se enfrentar sob o forte sol do deserto. Nesib vence a batalha e precisa entregar seus dois filhos ao inimigo para garantir que os territórios não sejam invadidos. O problema é que os dois personagens disputarão um bem valioso, o petróleo, que fica na faixa amarela que divide os dois reinos.

Os dois filhos de Ammar, feitos como reféns, Saleeh (Akin Gazi) e Auda (Tahar Rahim) crescem e se tornam homens. Saleeh, o guerreiro, quer escapar de sua prisão dourada e retornar à terra de seu pai. Auda só se importa com livros e com a busca pelo conhecimento. Saleeh é morto ao tentar fugir para o reino do pai. A tarefa de negociar a paz entre os dois reinos fica a cargo do jovem Auda.

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Roberto Sadovski

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Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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