Cinema

Festival de Berlim 2012 começa nesta quinta (9), com cinco representantes brasileiros

Divulgação
Cena de "Les Adieux à La Reine", de Benoit Jacquot, que abre o Festival de Berlim 2012 imagem: Divulgação

Alessandro Giannini

Do UOL, em São Paulo

Com 23 filmes na mostra competitiva, a 62ª edição do Festival de Berlim começa nesta quinta-feira (9), com a exibição de "Les Adieux à La Reine", do francês Benoit Jacquot. O filme traz Léa Seydoux, um dos rostos emergentes do cinema na França, no papel de uma das amas de Maria Antonieta. É por meio do olhar dessa personagem, responsável por ler livros para a monarca, que o espectador acompanha a escalada da Revolução. Seydoux está também em "L'Enfant en Haut", outro concorrente ao prêmio máximo do festival, no qual contracena com Gillian Anderson, de "Arquivo X".


O Brasil está presente no festival com três longas-metragens e dois curtas. Na competição, "Tabu" é uma coprodução portuguesa e brasileira que conta a história de um casal de amantes, sob o ponto de vista do parceiro masculino. Na mostra paralela Panorama, "Xingu", de Cao Hamburger, mostra a saga dos irmãos Villas-Boas no Parque Nacional que ajudaram a fundar, enquanto o documentário "Olhe pra Mim de Novo", de Kiko Goifman e Claudia Priscilla, investiga o comportamento de pessoas que fogem à tríade heterossexual, homossexual e bissexual. O curta "Licuri Surf", de Huile Martins, representa o país na competição do formato e acompanha os índios surfistas e suas incursões por praias sem ondas. No mesmo formato "L", de Thais Fujinaga, é o representante brasileiro na competição paralela Geração Kplus, que foca em produções voltadas para o público infanto-juvenil.
 
Dos filmes selecionados para a competição, 18 disputam os Ursos de Ouro e Prata. Além disso, 19 filmes vão comemorar a estreia mundial. As exibições especiais de "A Toda Prova", de Steven Soderbergh, e "A Dama de Ferro", com Meryl Streep, homenageada do evento, no Berlinale Palast completam o programa. "Os temas dos filmes em competição giram em torno de mudanças radicais e partidas", diz diretor do festival, Dieter Kosslick. "Transformam as perspectivas, apresentando História e histórias do ponto de vista das pessoas envolvidas."

 

 
Além de Brasil, estão representados no festival produções de Canadá, Dinamarca, República Tcheca, Alemanha, China, França, Grécia, Grã-Bretanha, Hong Kong, Hungria, Indonésia, Itália, Irlanda, Noruega, Filipinas, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça, Senegal, Espanha e EUA.
 
Com Mike Leigh na presidência, o júri internacional decide para quem vão os Ursos de Prata e Ouro, além do Prêmio Alfred Bauer, na mostra competitiva. Os outros integrantes do júri são o holandês Anton Corbijn, o cineasta iraniano Asghar Farhadi, a atriz francesa Charlotte Gainsbourg, o ator americano Jake Gyllenhaal, o cineasta francês François Ozon, o escritor argelino Boualem Sansal e a atriz alemã Barbara Sukowa.
 
Como no ano passado, o vencedor do Urso de Ouro será exibido após a cerimônia de premiação, em 18 de fevereiro.

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