Filmes e séries

Sul-coreano "Pieta" leva o Leão de Ouro no Festival de Veneza

Reuters
Os atores Jo Min-soo e Lee Jung-jin promovem o filme "Pieta" com o diretor coreano Kim Ki-duk (centro) no 69º Festival de Veneza (4/9/12) Imagem: Reuters

Do UOL, em São Paulo

08/09/2012 14h59

O filme sul-coreano "Pieta", de Kim Ki-duk, foi premiado com o Leão de Ouro na 69ª edição do Festival de Veneza, neste sábado (8).

Em 2004, Ki-duk já tinha recebido o Leão de Prata de melhor diretor pelo filme "Bin-jip".

Neste ano, o Leão de Prata para melhor diretor foi para Paul Thomas Anderson, por "The Master". O filme também ganhou o prêmio paralelo FIPRESCI, concedido pela Federação Internacional de Críticos.

O longa de Thomas Anderson que aborda a cientologia ainda garantiu o prêmio de melhor ator, que foi dividido entre atores Philip Seymour Hoffman e Joaquin Phoenix.

O prêmio de melhor atriz foi para a francesa Hadas Yahron por sua atuação em "Fill the Void".

Esta edição do festival foi presidida pelo cineasta norte-americano Michael Mann, ao lado de Ari Folman, Matteo Garrone, Ursula Meier, Peter Ho-Sun Chan, Pablo Trapero, Marina Abramovic, e Samantha Morton.

Veja lista completa de ganhadores:

Leão de Prata de melhor diretor: Paul Thomas Anderson, por "The Master"

Prêmio Especial do Júri: Ulrich Seidl, por "Paradies: Glaube"

Copa Volpi de melhor ator: Joaquin Phoenix e Philip Seymour Hoffman , por "The Master"

Copa Volpi de melhor atriz: Hadas Yaron, por "Fill the Void"

Prêmio Marcello Mastroianni a um intérprete estreante: Fabricio Falco, "Stato il Figlio" e "Bella Addormentata"

Prêmio de melhor roteiro: Olivier Assayas, por "Après Mai"

Prêmio de melhor contribuição técnica: Daniele Cipri, por "Stato il Figlio"

Pieta
Exibido no Festival de Veneza na última terça-feira (4), Pieta fala sobre a tentativa de redenção de um pequeno delinquente que descobre seu lado mais humano em uma sociedade corrompida pelo dinheiro.

A história começa com Kang-do, um magro e inexpressivo cobrador de dívidas aterrorizando as oficinas de metal sujas onde trabalhadores empobrecidos ganham sua existência miserável em uma favela em Seul.

Ao estabelecer o enredo em meio a becos miseráveis na sombra dos arranha-céus do centro da cidade, Kim faz de "Pieta" uma ampla crítica sobre a ganância, as falhas do sistema financeiro e como a sociedade como um todo deve ter alguma culpa por virar a cara para o outro lado.

"Eu sinto que este filme em particular é um filme dedicado à humanidade, à nossa situação difícil em uma crise capitalista extrema", disse Kim a jornalistas após uma exibição para a imprensa de "Pieta" e antes de sua estreia mundial no tapete vermelho.

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