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Documentário "Love, Marilyn" expõe lado íntimo da diva por meio de seus textos

Divulgação
Cena do documentário "Love, Marilyn" (2012) Imagem: Divulgação

Mariane Morisawa

Especial para o UOL, de Toronto

13/09/2012 13h40

Quase 50 anos depois de sua morte, completados em agosto deste ano, uma caixa com escritos de Marilyn Monroe foi achada na casa de sua professora de atuação. Com base nos papéis, poemas, cartas e trechos de biografias, entrevistas com biógrafos e imagens de arquivo, a diretora Liz Garbus construiu o documentário “Love, Marilyn”, exibido em segunda sessão de imprensa na manhã desta quinta-feira (13), no Festival de Toronto. 

Os pensamentos de Marilyn são interpretados por atrizes como Glenn Close, Viola Davis, Evan Rachel Wood e Lindsay Lohan, enquanto trechos de biografias e textos de outras pessoas ganham a voz de Ben Foster (Norman Mailer) e Adrien Brody (Truman Capote). As anotações revelam uma mulher com objetivos muito claros de se tornar uma estrela, perseverante e estudiosa, que criou seu próprio personagem e ficou prisioneira dele. O filme também confirma a solidão e a insegurança, mas tenta desconstruir a imagem de diva à procura do amor que nunca teve. Como cinema, poderia ser menos frenético, sem ficar alternando câmeras enquanto os atores se esforçam para dar vida aos textos.