Filmes e séries

Atriz francesa vem ao Brasil para lançamento de filme em festival de Brasília

Divulgação
Hélène Vincent contracena com Vincent Lindon em cena de "Uma Primavera com Minha Mãe" Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

06/06/2013 17h33

A atriz francesa Hélène Vincent virá ao Brasil para a exibição de “Uma Primavera com Minha Mãe”, em que é uma das protagonistas, na segunda edição do Biff (Festival Internacional de Cinema de Brasília).

O filme será exibido na abertura do evento, que terá entre os concorrentes ao prêmio principal os filmes "Don Jon", de Joseph Gordon-Levitt com Scarlett Johansson, e “Tesis sobre un Homicidio", de Hernán Goldfrid com Ricardo Darín.

“Uma Primavera...” rendeu a Hélène Vincent a terceira indicação ao César de sua carreira. Nascida na França em 1943, Hélène já ganhou o prêmio uma vez, em 1989, como melhor atriz coadjuvante por “A Vida é um Longo Rio Tranquilo”.

O festival, que dará prêmios no valor total de R$ 100 mil, teve mais de 220 filmes de 40 países inscritos.

Além da mostra competitiva, o festival conta também com três mostras regionais - América Del Sur, Independentes Americanos e Panorama África.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
do UOL
AFP
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
do UOL
do UOL
Chico Barney
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
Topo