Filmes e séries

Melhor estreia de Brad Pitt no cinema, "Guerra Mundial Z" ganhará sequência

Do UOL, em São Paulo

24/06/2013 08h42

O sucesso de bilheteria do filme "Guerra Mundial Z", estrelado e produzido por Brad Pitt, vai fazer com que o filme ganhe uma ou duas sequências, informou o vice-presidente da Paramount, Rob Moore, ao site The Hollywood Reporter.

Com uma bilheteria de US$ 111,8 milhões no mundo todo e US$ 66 milhões nos Estados Unidos durante a abertura, o filme representa a melhor estreia de Brad Pitt nas telonas. Em segundo lugar vem "Sr. & Sra. Smith" com US$ 50,3 milhões e "Troia" em terceiro, com US$ 46,9 milhões.

Trailer dublado de "Guerra Mundial Z"

Inicialmente, o filme havia sido concebido como uma trilogia, mas os planos foram engavetados quando problemas começaram a surgir, como caos na produção, orçamento estourado, filmagens interrompidas e adiamento da estreia, que estava prevista para dezembro de 2012. A imprensa americana relatou ainda que o filme tem um gigantismo épico para o qual o diretor Marc Foster não estava preparado.

O filme sofreu uma reviravolta e além de ir bem nas bilheterias, vem recebendo seguidos elogios da crítica. No entanto, será preciso que o filme se mantenha forte nas bilheterias para compensar o orçamento de US$ 190 milhões, mas os produtores estão confiantes.

Boa parte do sucesso do filme se deve ao empenho de Pitt, disse Moore. O ator participou de inúmeros eventos promovidos para a divulgação do filme. O vice-presidente da Paramount disse que Pitt ficou e trabalhou mesmo sabendo que o filme tinha muitos problemas. "Ele poderia ter ido embora e ter filmado outro longa", disse.

Pitt inclusive viria ao Brasil neste final de semana para promover o longa, mas a visita foi cancelada por conta dos protestos realizados no país nas últimas semanas.

Em comunicado divulgado à imprensa neste sábado (22), a Paramount afirma que o evento foi cancelado "tendo em vista os acontecimentos em curso no Brasil". No entanto, segundo as fontes consultadas pelo UOL, Pitt não teme por sua segurança, mas acredita que não é o momento de se realizar um tapete vermelho e uma celebração glamourosa enquanto o país e o Rio de Janeiro vivem um clima de insatisfação.

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