! Canadenses premiam "O Som ao Redor" como melhor filme de diretor estreante - 17/12/2013 - UOL Entretenimento

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Canadenses premiam "O Som ao Redor" como melhor filme de diretor estreante

Do UOL, em São Paulo

17/12/2013 11h52

"O Som ao Redor" foi premiado pela Associação de Críticos de Toronto, no Canadá, como o melhor "primeiro filme", categoria que elege o melhor trabalho de um diretor estreante. Dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho, o longa também concorre a uma indicação ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro. Os indicados serão anunciados no dia 16 de janeiro. 

Retratando o cotidiano de uma rua de classe média em Recife (PE), o filme entrou para a lista dos 10 melhores do ano do crítico de cinema estrangeiro da revista "Variety". O filme já recebeu prêmios da Mostra de São Paulo, do Festival do Rio, do Festival de Gramado, do CPH Pix 2012 (em Copenhagen, na Dinamarca) e o Prêmio da crítica do Festival de Roterdã, na Holanda.

Na premiação dos críticos de Toronto, "Inside Llewyn Davis - Balada de Um Homem Comum", de Ethan Coen e Joel Coen, ficou com o prêmio de melhor filme. O protagonista Oscar Isaac venceu o prêmio de melhor ator. Já o de melhor atriz foi para Cate Blanchet, por "Blue Jasmine".

Mesmo depois de levar o filme para mais de cem festivais, Kleber Mendonça Filho disse em entrevista ao UOL que as pessoas só passaram a perceber o longa depois que ele foi associado à palavra "Oscar". "Pessoas que não são da área de cinema --o senhor da padaria, minha vizinha-- ficaram muito impressionadas com a notícia. Isso porque saiu até no 'Jornal Nacional', na imprensa toda. Era o mesmo filme 24 horas antes, mas 24 horas depois era o filme do Oscar, o filme que tinha passado no 'Jornal Nacional'". 

Veja lista de vencedores:

Melhor Filme

“Inside Llewyn Davis - Balada de Um Homem Comum”

Melhor Ator

Oscar Isaac, “Inside Llewyn Davis”

Melhor Atriz

Cate Blanchett, “Blue Jasmine”

Melhor Ator Coadjuvante

Jared Leto, “Dallas Buyers Club”

Melhor Atriz Coadjuvante

Jennifer Lawrence, “Trapaça”

Melhor Diretor

Alfonso Cuarón, “Gravity”

Melhor roteiro

Spike Jonze, “Ela”

Melhor Primeiro Longa Metragem

“O Som ao Redor”, Kleber Mendonça Filho

Melhor Animação

“The Wind Rises” (Touchstone Pictures)

Melhor Filme Estrangeiro

“A Touch of Sin” (Films We Like)
 

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Roberto Sadovski

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Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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