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Curta brasileiro "Guida" vence Anima Mundi em São Paulo

Reprodução
"Guida", de Rosana Urbes, foi eleito melhor curta-metragem e melhor curta brasilero Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

11/08/2014 13h12

O Brasil venceu o Anima Mundi 2014, no domingo (10). A edição da mostra de animação em São Paulo deu o maior prêmio do Júri Popular para "Guida" de Rosana Urbes, primeira mulher a vencer na categoria.

O filme mostra como uma bibliotecária de terceira idade decide mudar de vida e começa a trabalhar como modelo-vivo em uma escola de artes.

"Guida" também se destacou por ganhar o prêmio de Melhor Curta Brasileiro, tanto em São Paulo quanto no Rio, além de já ter vencido o Prêmio Canal Brasil na edição carioca. Guida levou também o Prêmio BNDES.

"The Dam Keeper", de Dice Tsutusmi e Robert Kondo, conquistou o prêmio de curta infantil. O título de melhor longa-metragem ficou para "O Apóstolo", de Fernando Cortizo.

Na edição do Rio de Janeiro, quem levou o prêmio máximo do Júri Profissional foi o curta franco-argentino "Padre", de Santiago Bou Grasso. Na escolha popular, o escolhido foi "Wedding Cake", da alemã Viola Baier -- em São Paulo, o curta venceu como melhor curta de estudante.
 

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Roberto Sadovski

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As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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