Filmes e séries

Ator de "Adeus, Lênin!" será vilão em novo "Capitão América"

Divulgação / Califórnia Filmes
Cena do filme "Rush - No Limite da Emoção", estrelado por Chris Hemsworth e o astro alemão Daniel Brühl Imagem: Divulgação / Califórnia Filmes

Do UOL, em São Paulo

14/11/2014 20h13

A Marvel acaba de escalar o ator alemão Daniel Brühl, astro de filmes como "Adeus, Lênin!" e "Bastardos Inglórios"

para ser o vilão do próximo longa da franquia "Capitão América". O filme terá ainda Chris Evans e Robert Downey Jr. As informações são do site "The Wrap" e da revista "Variety".

“Captão América: Guerra Civil” deve chegar aos cinemas em 6 de maio de 2016.

“Com a habilidade que Daniel tem de fazer perfomances intensas e cheias de nuances, temos certeza de termos encontrado outro grande ator para dividir as telas com nosso grande heróis”, disse o produtor Kevin Feige, da Marvel.

Brühl foi indicado aos prêmios Globo de Ouro, SAG, BAFTA e Critics’ Choice por seu papel do piloto de Fórmula 1 Niki Lauda no filme “Rush.”

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Roberto Sadovski

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As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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