Filmes e séries

Estrelado por McConaughey, filme de Gus Van Sant é vaiado em Cannes

Divulgação
McConaughey, em cena do filme "The Sea of Trees", de Gus Van Sant Imagem: Divulgação

Thiago Stivaletti

Do UOL, em Cannes

15/05/2015 16h48

"The Sea of Trees" (O mar de árvores, em traducao livre), novo filme de Matthew McConaughey ("Clube de Compras Dallas"), foi o primeiro a ser vaiado na sessão de imprensa do Festival de Cannes.

Foram vaias merecidas. Dirigido por Gus Van Sant, que venceu a Palma de Ouro em 2003 com "Elefante", o filme narra a trajetória de Arthur, um homem que decide ir à floresta do título, no Japão, para se suicidar. Lá, ele encontra um misterioso japonês, que o convence aos poucos a desistir da ideia.

Em paralelo, vamos entendendo o porquê da agonia de Arthur: viveu durante anos um casamento em crise com Joan (Naomi Watts), alcoólatra e portadora de um tumor --muita desgraça para uma pessoa só. É um dos filmes mais convencionais de Gus Van Sant, na linha de "Gênio Indomável" e "Encontrando Forrester". Só que com muito mais clichês, uma música xarope e um final pseudoespiritual de doer.

Depois do massacre que deve receber da crítica em Cannes, a carreira de "The Sea of Trees" pode ter uma única salvação. Como pisa fundo no melodrama, quem sabe chega vivo ao Oscar, se a Sony decidir lançá-lo nos Estados Unidos mais próximo do final do ano. No Brasil, o filme não tem data de estreia prevista.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
Cinema
Topo