Filmes e séries

Drama com Dwayne Johnson fatura US$ 53,2 milhões e fica em primeiro lugar

Do UOL, em São Paulo

31/05/2015 21h16

O drama “Terremoto: A Falha de San Andreas” com Dwayne Johnson, o The Rock, faturou US$ 53,2 milhões nas bilheterias americanas e US$ 60 milhões no mercado internacional, mantendo-se em primeiro lugar.

O astro dos filmes de ação, Dwayne, ajudou o filme a decolar na Costa Oeste, pois havia temores de que o público de regiões sujeitas a terremotos pudesse não assistir, disse Dan Fellman, presidente de distribuição da Warner Bros.

"Algumas pessoas acharam que seria um pouco assustador assistir um desastre que atingiu Los Angeles e San Francisco, mas se tornou um fator curioso. Eles foram e gostaram”, disse Fellman.

Dirigido pelo canadense Brad Peyton (de "Viagem 2 - A Ilha Misteriosa") com Dwayne Johnson e Kylie Minogue no elenco, o filme reproduz as consequências de um terremoto devastador de magnitude 9 na Califórnia, com cenas que mostram edifícios em ruínas e destroços caindo sobre as pessoas nas ruas.

A comédia romântica “Sob o Mesmo Céu”, da Sony, estreou em sexto lugar lucrando  US$ 10 milhões. O longa do diretor Cameron Crowe que esteve envolvido em diversas polêmicas, com e-mails vazados da vice-presidente da Sony Pictures Entertainment, Amy Pascal, classificando o material como “ridículo”.

Vários críticos afirmaram que o filme era confuso e chegaram a dizer que era o pior da carreira de Cameron, apesar de ter no elenco Bradley Cooper, Emma Stone e Rachel McAdams

Confira a lista:
1. “Terremoto: A Falha de San Andreas ", US$ 53,2 milhões dólares (US $ 60 milhões no mercado internacional);
2. "A Escolha Perfeira 2", US$ 14,8 milhões (US$ 10.4 mil no mercado internacional);
3.  “Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível ", US$ 13,8 milhões;
4. "Mad Max: Estrada da Fúria", US$ 13,6 milhões;
5. "Vingadores: Era de Ultron ", US$ 10.90 mil;
6. "Sob o Mesmo Céu", US$  10 milhões;
7. "Poltergeist: O Fenômeno”, US$ 7,8 milhões; 
8. " Longe Deste Insensato Mundo", US$  1,4 milhão;
9. "Belas e Perseguidas", US$ 1,4 milhão;
10. " Cada Um na Sua Casa ", US$ 1,2 milhão

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
Cinema
do UOL
AFP
do UOL
Reuters
AFP
do UOL
Reuters
do UOL
Reuters
do UOL
BBC
do UOL
Chico Barney
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
UOL Entretenimento
Cinema
do UOL
AFP
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
AFP
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
do UOL
do UOL
Chico Barney
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Topo