Cinema

Animação dá mais trabalho do que filme com atores; conheça o processo

Natalia Engler

Do UOL, em Emeryville (Califórnia)

Fazer uma boa animação para os cinemas não é simples. Se por um lado é mais complicado lidar com o ego das estrelas, por outro um longa animado precisa de um novo universo inteiro construído no computador, de cada fio de cabelo dos personagens a detalhes de cenários. E custa caro! Enquanto uma grande produção como "Malévola", com Angelina Jolie no elenco, custou US$ 180 milhões, os filmes da Pixar costumam ficar acima dos US$ 200 milhões.

Em "Divertida Mente", nova animação da Pixar em cartaz nos cinemas, os artistas inventaram que os personagens principais -as emoções dentro da cabeça da garotinha Riley-- teriam a pele feita de milhares de partículas de energia, sem a aparência uniforme da pele humana. Foi preciso criar todo um novo software só para dar conta dessa nova ideia.

Para entender como funciona toda a produção de uma animação de um dos principais estúdios do mundo, o UOL foi a Emeryville, na área metropolitana de San Francisco, para contar como "Divertida Mente" demorou cinco anos para sair da cabeça do diretor Pete Docter e chegar a uma tela perto de você. Veja o processo no álbum abaixo.

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