Filmes e séries

Kristen Stewart e Michael Keaton estão em filmes selecionados para Veneza

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Cenas de Nastassja Kinski em "Paris, Texas" e Jean-Pierre Léaud em "Os Incompreendidos" dão o tom do pôster do festival de Veneza 2015 Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

29/07/2015 08h16Atualizada em 02/09/2015 11h07

Kristen Stewart, Michael Keaton, Eddie Redmayne, Tilda Swinton, Ralph Fiennes e Dakota Johnson compõem o time de estrelas nos filmes selecionados para a 72ª edição do Festival de Veneza, que acontece entre os dias 2 e 12 de setembro. 

Anunciada na manhã desta quarta-feira (29), a lista de competidores traz o futurista "Equals", com Kristen Stweart e Nicholas Hoult, "A Bigger Splash", de Luca Guadagnino, com Tilda Swinton, Dakota Johnson e Ralph Fiennes e o filme de guerra que se passa na África "Beasts of No Nation", com Idris Elba.

Já Eddie Redmayne, vencedor do Oscar de melhor ator em 2014 por "A Teoria de Tudo", vive uma transexual em "The Danish Girl", do diretor Tom Hooper. Batizada como Einar Wegener, Lili foi uma das primeiras pessoas a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo, em 1931. 

O festival abrirá com "Everest" (fora da competição), filme de Baltasar Kormakur estrelado por Jake Gyllenhaal e Robin Wright. Em 2014, o escolhido foi "Birdman", de Alejandro González Iñárritu e em 2013, "Gravidade", de Alfonso Cuarón, dois filmes que se destacaram no Oscar. 

Brasil no festival

O Brasil também ganhou representação forte no festival italiano nas mostras paralelas. Os longas-metragens "Boi Neon", do pernambucano Gabriel Mascaro, e "Mate-me Por Favor", da carioca Anita Rocha da Silveira, integram a mostra Horizonte.

Novo filme do diretor de "Ventos de Agosto" e do documentário "Doméstica", "Boi Neon" investiga o Brasil rural e conta com Juliano Cazarré no papel do vaqueiro Iremar. Maeve Jinkings ("O Som ao Redor") e Vinicíus de Oliveira ("Central do Brasil") completam o elenco.

O curta "Tarântula", dos paranaenses Aly Muritiba e Marja Calafanje, completa a programação e também aposta no suspense ao contar a história de uma família religiosa que vive em um casarão distante.

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Eddie Redmayne em "The Danish Girl" Imagem: Divulgação

Filmes em competição

"Frenzy", Emin Alper (Turquia, França, Qatar)
“Heart of a Dog", Laurie Anderson (Estados Unidos.)
"Blood of My Blood", Marco Bellocchio (Itália)
"Looking for Grace", Sue Brooks (Austrália)
"Equals", Drake Doremus (Estados Unidos)
"Remember", Atom Egoyan (Canadá, Alemanha)
"Beasts of No Nation", Cary Fukunaga (Estados Unidos)
"Per amor vostro", Giuseppe M. Gaudino (Itália, França)
"Marguerite", Xavier Giannoli (França, República Tcheca, Bélgica)
"Rabin, the Last Day", Amos Gitai (Israel, França)
"A Bigger Splash", Luca Guadagnino (Itália, França)
"The Endless River", Oliver Hermanus (África do Sul, França)
“The Danish Girl", Tom Hooper (Reino Unido, Estados Unidos)
“Anomalisa,” Charlie Kaufman, Duke Johnson (Estados Unidos)
“L’attesa,” Piero Messina (Itália)
“11 minutes,” Jerzy Skolimowski (Polônia)
“Francofonia,” Aleksander Sokurov (França, Alemanha, Holanda)
“The Clan,” Pablo Trapero (Argentina, Espanha)
“Desde alla,” Lorenzo Vigas (Venezuela, México)
“L’hermine,” Christian Vincent (França)
“Behemoth,” Zhao Liang (China, França)

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Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

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