Filmes e séries

Vilão de "O Massacre da Serra Elétrica", Gunnar Hansen morre aos 68 anos

AP Photo/Robert F. Bukaty
Ator Gunnar Hansen, o vilão de "O Massacre da Serra Elétrica" Imagem: AP Photo/Robert F. Bukaty

Do UOL, em São Paulo

08/11/2015 12h49

O ator Gunnar Hansen, que interpretou o vilão Leatherface em "O Massacre da Serra Elétrica" (1974), morreu neste sábado (7), aos 68 anos, de um câncer no pâncreas. O ator estava em sua casa no Maine, nos EUA, informou um porta-voz, segundo informações da agência Associated Press.

Hansen estrelou o filme dirigido por Tobe Hooper e que acabou se tornando um clássico de terror. O personagem "é uma das figuras de terror mais icônicas na história do cinema" afirmou seu agente Mike Eisenstadt, que confirmou a morte do ator.

Em 2013, Hansen publicou o livro "Chain Saw Confidential", que trouxe para os fãs detalhes dos bastidores do filme e como ele foi feito.

Hansen nasceu em Reykjavik, na Islândia. Já nos EUA, estudou na Universidade do Texas, onde se graduou em Inglês e Estudos Escandinavos.

Reprodução
Cena de "O Massacre da Serra Elétrica" (1974) Imagem: Reprodução

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski

Roberto Sadovski

As 25 melhores histórias em quadrinhos da Liga da Justiça

Pincelar as melhores histórias da Liga da Justiça é um trabalho complexo. Não pela falta de qualidade, mas pelo contraste: muita coisa entre os primórdios da equipe e o final dos anos 80 tem mais valor por sua inegável importância histórica do que por seus predicados artísticos. O gibi da Liga, afinal, viveu por anos na sombra da animação Superamigos, e isso deixou o tom das histórias mais ingênuo e infantil até a reformulação pós-Crise nas Infinitas Terras. Mas garimpar todas as fases em décadas de aventuras trouxe boas surpresas e ótimas descobertas - além do perceber que, em boas, mãos, a Liga pode ser incrível! A leitura rendeu algumas conclusões. Primeiro, não há absolutamente nada errado em usar histórias de super-heróis para fazer humor! Segundo, o horrendo período dos Novos 52, que privilegiou forma, ignorou substância e fez um flashback sinistro dos primórdios da Image Comics nos anos 90 (urgh), não foi tão cruel com a Liga. Terceiro, pouca gente escreve e entende os herói tão bem quanto Grant Morrisson e Mark Waid. No mais, a Liga da Justiça, em usas diversas encarnações, ainda é aposta certeira quando o assunto é entretenimento - afinal, só uma equipe criativa muito canhestra poderia melar uma mistura de personagens e personalidades e superpoderes tão diversa e tão bacana! Acredite, se os super-heróis mais lendários do mundo sobreviveram a Extreme Justice, nada é capaz de derrotá-los!

Cinema
Colunas - Flavio Ricco
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Cinema - Imagens
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
TV e Famosos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Roberto Sadovski
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Cinema
Roberto Sadovski
Cinema
Topo