Filmes e séries

Carrie Fisher tinha cocaína e heroína em seu organismo, aponta autópsia

Do UOL, em São Paulo

19/06/2017 13h31

Conhecida mundialmente pelo seu papel da Princesa Leia na saga "Star Wars", a atriz Carrie Fisher tinha cocaína, heroína e ecstasy em seu organismo quando passou mal durante uma viagem de avião em dezembro passado, de acordo com o relatório médico da autópsia divulgado nesta segunda-feira (19).

Segundo a agência de notícias AP, o relatório afirma que Fisher pode ter consumido cocaína três dias antes do ocorrido.

Os investigadores também afirmam ter encontrado traços de heroína e ecstasy, mas não conseguiram determinar quando a atriz teria feito uso dessas substâncias, nem o impacto delas em sua morte aos 60 anos, em 27 de dezembro. 

 


"A senhora Fisher sofreu o que parecia ser uma parada cardíaca no avião acompanhada de vômitos e com histórico de apneia do sono. Com base nas informações toxicológicas disponíveis, não podemos estabelecer o significado das múltiplas substâncias que foram detectadas no sangue e nos tecidos da Sra. Fisher em relação à causa da morte ", afirma o relatório.

Entre outros fatores que contribuíram para a morte da atriz foi o acúmulo de tecido adiposo nas paredes das artérias.

Batalha contra vício e doença mental

No sábado (17), os legistas já haviam apontado o consumo de drogas e uma doença cardíaca como possíveis causas adicionais da morte da atriz.

A informação pegou o irmão da atriz Todd Fisher de surpresa: "Eu diria para você, segundo minha perspectiva, que certamente não há notícias de que Carrie fazia uso de drogas", declarou à AP.

A filha de Carrie, Billie Lourd, no entanto, foi mais direta ao enviar para a imprensa um comunicado sobre a notícia: "A minha mãe lutou contra o vício de drogas e doença mental durante toda sua vida. Finalmente morreu por isso. Ela foi deliberadamente transparente em toda sua obra sobre o estigma social em torno destas doenças", disse Lourd.

Além do vício, Fisher sempre manteve publica sua luta contra o transtorno bipolar, diagnosticado aos 24 anos, quando já havia conquistado a galáxia na pele da Princesa Leia.

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