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Acusado de assédio, Weinstein vai ficar pelo menos mais um mês em rehab

O produtor Harvey Weinstein durante conferência em Sun Valley, Idaho, em julho de 2017 - Drew Angerer/Getty Images
O produtor Harvey Weinstein durante conferência em Sun Valley, Idaho, em julho de 2017 Imagem: Drew Angerer/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

22/10/2017 09h02

Um porta-voz do magnata de Hollywood Harvey Weinstein garantiu que o produtor vai permanecer "pelo menos até o próximo mês" em tratamento "hospitalar e ambulatorial" para curar o vício em sexo.

A declaração vem depois do site "People" divulgar que a rehab que o chefão da industria cinematográfica foi submetido -- após dezenas de casos de abuso sexual e estupro foram divulgados por atrizes -- não está conseguindo os resultados esperados.

Uma das fontes disse que "ele não está ouvindo ninguém" enquanto outra analisa que "ele concorda com o tratamento, mas não acredita que precisa de rehab". Harvey está em um hotel cinco estrelas com spa, campo de golfe e que permite o uso de celular para pacientes.

Por outro lado, um terceiro contato afirmou que ele acredita que precisa de ajuda. "Sua equipe o colocou em um local seguro para ter toda a ajuda necessária -- ele sabe e quer ajuda. Especialistas e pelo menos um médico estão cuidando dele e ele está levando a terapia a sério. Ele não vai pegar leve. Isso [o vício em sexo] tem sido algo que ele está trabalhando há alguns anos".

Mais de 40 mulheres relatam que já foram assediadas sexualmente por Harvey Weinstein desde o dia 5 de outubro, quando o "The New York Times" divulgou o primeiro caso. Entre as atrizes que denunciaram estão Ashley Judd, Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie, Mira Sorvino, Rosanna Arquette e Cara Delevingne.