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Walking Dead

Criador de "Walking Dead" defende morte polêmica da 8ª temporada

Divulgação/AMC
Carl e Rick caminham juntos no último episódio do ano de "Walking Dead" Imagem: Divulgação/AMC

Do UOL, em São Paulo

12/01/2018 15h03

Atenção: O texto abaixo contém spoilers da oitava temporada de “The Walking Dead”.

O último episódio de “Walking Dead” em 2017 trouxe uma grande reviravolta: Carl (Chabdler Riggs) foi mordido por um zumbi, o que significa que sua morte é só uma questão de tempo. A escolha da série representa um grande desvio das histórias em quadrinhos que inspiraram a série, mas seu criador, Robert Kirkman, aprovou a escolha.

Em entrevista à revista “Entertainment Weekly”, Kirkman, que também é produtor executivo da série, contou que o showrunner Scott M. Gimple contou a ele que tinha a intenção de matar Carl no início do ano. “No começo, eu pensei ‘isso aí é muito grande’. Eu posso ter ficado um pouco receoso. Mas quando ele me falou exatamente quais eram os planos a longo prazo, o que sairia disso, as coisas às quais isso levaria, eu embarquei”.

O autor contou que tem visto os protestos de fãs, que chegaram até a criar uma petição online pedindo a saída de Gimple. “Sei que alguns fãs ficaram muito chateados, mas isso faz parte. Não é pra ficarmos felizes quando esses personagens morrem. Nós temos que ficar preocupados, ansiosos e estressados com o que vem a seguir. Isso mostra que você está interessado. Nosso trabalho é compensar isso e satisfazer esse interesse, provar que essa decisão valeu a pena”.

O episódio de retorno da série, no dia 25 de fevereiro, será o último de Carl na série – e será uma homenagem ao personagem e ao ator Chandler Riggs, adiantou Kirkman; “É definitivamente o melhor trabalho de Chandler. O trabalho dele nesse episódio é simplesmente incrível. É algo do qual ele deveria se orgulhar muito. Acho que as pessoas vão falar disso por muito tempo”.

Greg Nicotero, que dirigiu o episódio, disse acreditar que os fãs irão lidar melhor com a morte de Carl depois de assistirem e ale. “Realmente acredito que as pessoas vão deixar esse sentimento [de revolta] de lado quando assistirem a ele, porque elas terão a oportunidade de fazer as pazes com isso”.

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