Filmes e séries

Prefeito de Los Angeles pressiona China para liberar mais filmes de Hollywood

Lucy Nicholson/Reuters
Prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti Imagem: Lucy Nicholson/Reuters

Gerry Shih

21/11/2014 15h55

O surto de investimento privado chinês em Hollywood deveria convencer Pequim a afrouxar suas restrições à importação de filmes norte-americanos, disse o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, nesta sexta-feira (21) na China, exortando as autoridades a aumentar a quantidade anual de produções cinematográficas estrangeiras.

Os produtores de Hollywood, ansiosos para construir laços com o segundo maior mercado de filmes do mundo, acolheram o fluxo de capital chinês nos últimos anos, o que levou a uma série de parcerias de alto nível. As autoridades da China aumentaram gradualmente a cota de filmes estrangeiros para 34, mas os censores estatais ainda mantêm um controle rígido sobre o que pode ser exibido.

O prefeito de Los Angeles, que lidera uma missão comercial de duas semanas por três países asiáticos, abordou o assunto das cotas ? uma fonte de atrito no comércio entre Estados Unidos e China há tempos durante uma reunião com o vice-ministro chinês das Relações Exteriores, Zhang Yesui, em Pequim nesta sexta-feira.

"Espero que o governo chinês veja os lucros (das empresas chinesas) entrando, e a parte que lhes cabe na chegada de mais filmes ocidentais", disse Garcetti. "Nossos melhores defensores serão as empresas chinesas que têm uma parte nesta abertura."

Em junho, o ex-representante de filmes de Warner Bros TWX.N, Jeff Robinov, anunciou a criação de um novo estúdio com supostos 200 milhões de dólares de investimento do Fosun International, um dos maiores conglomerados privados da China.

Ligado ao governo, o Shanghai Media Group prometeu investir um bilhão de dólares em filmes juntamente com o produtor veterano Robert Simonds, e o Wanda Dalian de propriedade do bilionário chinês do setor imobiliário Wang Jianlinadquiriu a rede de cinema AMC Entertainment Holdings em 2012 como primeira investida em Hollywood.

Embora tais parcerias possam ajudar os estúdios a contornar as cotas de filmes estrangeiros, surgem em um momento no qual o Partido Comunista chinês apertou o controle sobre a mídia.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.title}}

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

do UOL
Chico Barney
Roberto Sadovski
redetv
redetv
do UOL
EFE
EFE
do UOL
do UOL
Cinema
do UOL
do UOL
do UOL
Reuters
do UOL
do UOL
EFE
EFE
Colunas - Flavio Ricco
Blog do Barcinski
Roberto Sadovski
redetv
UOL Cinema - Imagens
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
EFE
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Jogos
Reuters
do UOL
EFE
do UOL
do UOL
AFP
Reuters
do UOL
Reuters
do UOL
Da Redação
do UOL
do UOL
do UOL
EFE
do UOL
Roberto Sadovski
Blog do Matias
Topo