Filmes e séries

Comunidade LGBT obtém pouco espaço em filmes de Hollywood, diz organização

17/04/2015 18h01

Por Maria Caspani

(Thomson Reuters Foundation) - Mais filmes de Hollywood em 2014 contaram com uma ou mais personagens lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras (LGBT) do que no ano anterior, mas essas aparições foram na maioria menores e estereotipadas, disseram pesquisadores.

A GLAAD, uma organização norte-americana que desenvolve e promove questões LGBT na mídia, constatou que 17,5 por cento dos 114 filmes lançados no ano passado por grandes estúdios incluíram personagens que se identificaram como LGBT, em comparação a 16,7 por cento em 2013.

"Todos os anos, depois de analisar os filmes dos estúdios lançados nos cinemas, lutamos para encontrar o lado bom", disse a presidente da GLAAD, Sarah Kate Ellis, no relatório.

"Para cada papel LGBT de destaque, parece haver dois outros que tanto tem pouco espaço como nos apresenta com piadas ou caricaturas ofensivas".

Ao rever filmes de uma série de grandes estúdios, incluindo 20th Century Fox, Lionsgate, Universal Pictures e Warner Brothers, para compor seu índice anual Studio Responsibility Index, a GLAAD afirmou que houve pouca melhora desde que publicou seu primeiro relatório em 2013.

Entre os atores LGBT, homens gays foram de longe mais representados nos filmes de Hollywood (65 por cento), seguido por bissexuais (30 por cento) e lésbicas (10 por cento), enquanto que o estudo não encontrou personagens transexuais nas grandes produções do ano passado.

O grande estúdio mais inclusivo foi Warner Brothers, com 7 filmes incluindo a temática LGBT de um total de 22 lançados em 2014, disse o relatório.

Quando se trata de criar papéis LGBT, a televisão supera Hollywood, de acordo com o relatório, que disse que a representação da comunidade LGBT na TV faz com que a participação em filmes pareça "chocantemente ultrapassada".

Nos filmes, a maioria dos personagens LGBT teve papéis menores, que muitas vezes se basearam em estereótipos, observou a GLAAD. "Hollywood tem de reconhecer que as pessoas LGBT são dignas de representações trabalhadas com cuidado e humanidade, e devemos fazer parte das histórias que contam", disse Ellis.

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