Filmes e séries

Schwarzenegger mostra lado dramático em filme de zumbis "Maggie"

O ator Arnold Schwarzenegger chega para a pré-estreia do seu filme "Maggie"

Patricia Reaney De Nova York, EUA

O astro de filmes de ação Arnold Schwarzenegger revelou seu lado suave e dramático, e derramou algumas lágrimas, no papel de um fazendeiro que luta para cuidar de sua filha em estado terminal, "Maggie", num incomum filme sobre zumbis.

O drama, que estreou nesta quinta-feira no Festival de Cinema de Tribeca, em Nova York, traz uma abordagem diferente para filmes do gênero zumbi, concentrando-se mais na relação entre pai e filha do que em canibalismo e cenas repletas de sangue.

O filme também proporcionou a Schwarzenegger, de 67 anos, um ex-fisiculturista e ex-governador da Califórnia, um novo desafio na atuação.

"Esse foi um papel bastante incomum para mim, porque, como vocês sabem, eu nunca faço papéis dramáticos", disse ele após a estreia do filme.

O nome do astro de "O Exterminador do Futuro" e "Conan" é sinônimo de filmes de ação, e ele já demonstrou sua veia cômica em filmes como "Um Tira no Jardim da Infância", além de "Irmãos Gêmeos" com Danny DeVito. Mas um papel dramático, mesmo num filme de horror zumbi, é algo que 30 anos atrás ele não poderia ter feito.

"Agora, pelos últimos 25 anos eu tenho sido um pai, e acho que você pode se identificar com essa situação quando você é um pai", disse ele. "Quando li o roteiro, as lágrimas escorriam dos meus olhos só de ler. Era muito poderoso e tão bem escrito."

No longa de estreia do diretor britânico Henry Hobson, Schwarzenegger é Wade, um fazendeiro de uma pequena cidade atingida por uma epidemia mundial de uma doença que transforma as vítimas em zumbis, ameaçando exterminar a humanidade.

Quando a filha, Maggie, interpretada pela atriz de 19 anos Abigail Breslin, é infectada, ele insiste em cuidar dela em casa. A atriz britânica Joely Richardson faz o papel da mulher, que deve lidar com o próprio medo, o avanço da doença de sua enteada e as reações de seu marido à situação.

"Impulsiona o gênero zumbi, e isso com um filme bastante singelo, em uma nova direção, no sentido de mostrar como é para uma pequena família atravessar o trauma da morte e suas eventuais consequências terríveis", disse Hobson.

À medida que a doença progride, e a vítima infectada desenvolve uma fome por carne humana, seus entes queridos são obrigados a colocá-la em quarentena, onde certamente morrerá.

"É o personagem mais humano que já interpretei, e acho que é também o filme de zumbis mais humano que já se fez", disse Schwarzenegger.

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