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13/07/2011 - 10h30

Julia Roberts garante que beijar Tom Hanks foi "simplesmente doce"

  • Cena do filme Larry Crowne - O Amor Está de Volta

    Cena do filme "Larry Crowne - O Amor Está de Volta"

Berlim, 13 jul (EFE).- Beijar Tom Hanks no filme "Larry Crowne - O Amor Está de Volta" foi "simplesmente doce", revelou a atriz Julia Roberts em entrevista publicada nesta quarta-feira pela revista alemã "Frau im Spiegel".

Segundo a artista, de 43 anos, "logicamente foi estranho" beijar Hanks, porque eles se conhecem "há muito tempo", razão pela qual não precisaram preparar anteriormente a cena do beijo, lembrou a atriz, que lembra que a amizade é tão próxima que sua estatueta do Oscar adorna uma das estantes do ator, de 55 anos: "Trocamos há um tempo".
 
No entanto, o segredo para enfrentar um beijo de ficção é "escovar bem os dentes, depois mascar um chiclete, fechar os olhos e ir adiante", disse.
 
Já no seu casamento com o cameraman Daniel Moder, de 42 anos, o beijo é sempre bem-vindo após um longo dia de trabalho, ressaltou.
 
"Este nunca deve faltar", assinalou a atriz, que assegurou que ela e o pai de seus gêmeos Hazel e Phinnaeus, de seis anos, e Henry, de quatro, "se respeitam muito".
 
Segundo Julia, "em um casamento, um deve se esforçar permanentemente pelo outro".
 
A atriz, que confessa que se ocupa com as agulhas de croché durante as pausas das filmagens, garantiu que sua "maior alegria" é poder trabalhar com seu marido.
 
"Quando Danny está por trás da câmera sei que pelo menos sairei bem no filme", disse a atriz, que assegura que ao longo dos anos se deu conta que é melhor trabalhar com gente que conhece, porque é quando o trabalho fica realmente divertido.
 
Por outra parte afirmou que não é "arrogante" como alguns dizem: "Simplesmente não suporto a falta de respeito e a estupidez", esclareceu.
 
Além disso, confessou estar "muito contente" de não ser uma principiante de 20 anos, porque hoje em dia, segundo a atriz, a indústria do cinema é muito mais agressiva comparada com quando ela começou com sua carreira.
 
"Não havia internet nem havia perseguições loucas dos paparazzi", disse Julia, que especificou que embora a situação tivesse sido outra, "jamais teria desistido do sonho de ser atriz".

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