17/08/2011 - 18h54

"Pequenos Espiões 4" disputa bilheteria nos EUA entre músculos e mordidas

<a href=http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/><img src=http://n.i.uol.com.br/ultnot/home/efe.gif border=0></a>
  • Nova imagem de "Spy Kids 4 - All The Time in The World"

    Nova imagem de "Spy Kids 4 - All The Time in The World"

Los Angeles (EUA), 17 ago (EFE).- O quarto filme da saga infantil "Pequenos Espiões", do cineasta Robert Rodríguez, procura seu espaço na bilheteria deste fim de semana entre os músculos do novo "Conan" e as presas do vampiro Colin Farrell em "Fright Night".

"Pequenos Espiões 4", com Jessica Alba, será exibido em 3D e com uma tecnologia chamada Aromascope, que permitirá que a audiência sinta cheiros associados com o desenvolvimento do filme durante oito momentos.

Quem comprar o ingresso, receberá um cartão com uma série de números que deverão esfregar à medida que estes apareçam na tela para liberar o aroma correspondente. A saga "Pequenos Espiões" foi uma das primeiras a aderir à nova onda do fenômeno 3D com a estreia em 2003 de "Pequenos Espiões 3", que arrecadou cerca de US$ 200 milhões em bilheteria.

Por sua vez "Conan o Bárbaro" representa a nova versão do filme de Arnold Schwarzenegger, com o hawaiano Jason Momoa, popular por sua participação na série "Game of Thrones".

No filme, o guerreiro é testemunha da aniquilação de seu povo e o assassinato de seu pai (Ron Perlman) por Khalar Zym (Stephen Lang), um vilão que com a ajuda de sua filha feiticeira (Rose McGowan) quer dominar o mundo e trazer dentre os mortos sua esposa.

No caso de "Fright Night" o irlandês Colin Farrell empresta sua sensualidade a um vampiro implacável que ameaça a vizinhança. O filme, dirigido por Craig Gillespie, segue a Charley (Anton Yelchin), um dos estudantes mais populares do colégio, cuja vida dá um giro radical quando seus amigos desaparecem da noite para o dia e começa a suspeitar que seu vizinho é um vampiro.

Outras estreias do cinema são "One Day", dirigido por Lone Scherfig e a ação "5 Days of War", que marca a volta de Renny Harlin ("Duro de Matar 2") com um "thriller" político sobre a experiência de um jornalista e seu cinegrafista em plena guerra entre Rússia e Geórgia em 2008, que registrou cerca de 400 mortos.