Filmes e séries

Ativistas pelo machismo promovem boicote contra "Mad Max: Estrada da Fúria"

Do UOL, em São Paulo

15/05/2015 16h57

Ativistas em defesa do machismo estão tentando promover um boicote contra o filme “Mad Max: Estrada da Fúria”. Segundo um post do site “Return of Kings” (Retorno dos Reis, em tradução livre), o filme seria uma propaganda feminista.

A polêmica começou porque os ativistas acusam o filme de exibir mais cenas da personagem de Charlize Theron, que interpreta uma guerreira, que de Tom Hardy, que atua no papel de Max Rockatanski, o Mad Max.

“Charlize Theron aparece muito nos trailers, enquanto Tom Hardy tem apenas algumas aparições. Theron fala muito, enquanto eu acho que não ouvi uma frase de Hardy. Por fim, o personagem de Theron dá ordens para Mad Max. Ninguém berra ordens para Mad Max”, escreveu, indignado, um dos blogueiros do site Aaron Clarey. Segundo ele, os homens estão sendo ludibriados por “explosões e tornados de fogo”.

Você acha que "Mad Max: Estrada da Fúria" faz propaganda feminista e comunista?

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A ira dos machistas, no entanto, teve efeito contrário. A reação do grupo gerou deboche entre homens e mulheres defensores da igualdade entre os gêneros. A repercussão, inclusive, teria incentivado essas pessoas a irem ao cinema para assistir ao filme.

No novo filme da franquia “Mad Max”, o guerreiro das estradas deve resgatar um grupo de garotas envolvidas em uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa. No longa, o cineasta vencedor do Oscar George Miller revisita a sua própria trilogia pós-apocalíptica que fez um sucesso estrondoso nos anos 1980.

O blogueiro continua destilando sua raiva contra o filme, dizendo que seus excelentes efeitos visuais são uma propaganda enganosa para homens. "Sejamos claros. Este é o veículo pelo qual eles estão forçando a agenda feminista por nossa garganta abaixo. Este é o cavalo de Troia feminista e esquerdista de Hollywood que tenta em vão insistir que as mulheres são iguais aos homens em todas as coisas, incluindo físico, força e lógica. E este é o subterfúgio eles vão usar a borrar os limites entre masculinidade e feminilidade."
 
E termina com um apelo: "Faça você mesmo um favor a todos os homens. Não só se recusem a ver o filme, mas espalhe esta mensagem àqueles que não têm o olho afiado que nós temos. [Do contrário]  eu e todos os outros homens (e mulheres reais) no mundo nunca mais seremos capazes de ver um filme de ação real que não contenha alguma maldita agenda política ou moray sobre feminismo e o socialismo."

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